sexta-feira, outubro 29

Eu, por eu mesma!

Sou aquela que escreve, apaga, muda!
Sou cabelos vermelhos, uma eterna indecisão, um coração.
Sou cores, virgulas. 
Livros e lugares velhos.
Sou a música calma, o sabor do café docinho de manhã.
Sou as informações que me interessam, as experiências que viví.
Sou o sorriso de alguem, a lágrima de outro alguêm, o ouvido e as vezes a boca também. 
Sou minha família, meus amigos, minha rotina (ou as vezes a falta dela).
Sou um punhado das coisas que eu amo, e um pouco daquilo que odeio.
No fim... todos, tudo e nada.











quinta-feira, outubro 21

O menino que não sorri

O menino que não sorri, enfim, sorriu pra mim!
E foi alí, que todos os erros começaram.
Alí naquele momento eu vi que havia me perdido. 
Voltar atrás? Já não era uma opção.
Não posso dizer que foi fácil fazê-lo sorrir, mas como consegui, recebi como prêmio!
Agora tenho que conviver com a eterna impressão de que aquele sorriso, afinal, por mim conquistado, deveria só á mim pertencer!
Pena que eternas impressões... são só impressões.
Ele não vai sorrir só pra mim!
(por hoje é só)

quinta-feira, outubro 7

Voltar a cantar

Sabia que seria dificil, na verdade, toda mulher sabe que vai ser.
O difícil não seria esquecê-lo, e sim, esquecer a fantasia que ela alimentou durante todo esse tempo. Fantasiou o namoro, o primeiro fim de semana, a primeira transa, a primeira briga, as reconciliações, os sorrisos, os momentos felizes... os momentos tristes também, porque não?


Mais nada aconteceu, nenhuma das primeiras vezes imaginadas foram concretizadas e ela o viu sumir de sua vida sem poder fazer nada para impedir.
Foi difícil, na verdade, toda mulher sabe que vai ser.
Mais passa, isso só algumas conseguem descobrir.
Porque depois de alguns meses, ela entendeu que, o que ela amava não era ele, e sim a fantasia. 


Então ela voltou a cantar!



sexta-feira, setembro 10

Viver ele!

Cansada de viver ele, ela decidiu viver ela!
Escutou tudo que não fosse ele. 
Escutou The Fray, John Mayer, Roberta Campos, Gui Borato.
Leu tudo que não fosse ele. 
Leu Aluísio Azevedo, Shakespeare, Ricardo Noblat.
Andou por lugares que não fossem ele.
Andou  pela rua de baixo, a praça da igreja.
Usou tudo que não era ele. 
Usou calças largas, baby looks e cabelo preso.
Conversou tudo que não fosse ele. 
Conversou sobre maquiagem, esmaltes, estudos.


Viveu ela por algum tempo.

Mais quando ele apareceu, escutou Bob e Armandinho. 
Não leu mais. 
Andou pelos bares. 
Vestiu camiseta e soltou o cabelos. 
Conversou sobre bebidas e sobre a noite.


Viver ele era mais intenso!



quinta-feira, setembro 9

Errando com você.

Caindo em queda livre,  com o coração acelerado. Por um momento é como se eu visse o mundo do alto, como se eu pudesse nos ver de lá de cima. Eu já não sinto nada, só aquela estranha sensação de impotência frente ao destino e ao que já estava escrito para acontecer. Por mais que minha cabeça me diga que é errado, por mais que meu coração já não queira mais bater, meus pés, minhas mãos, minha boca e meus olhos me levam até aquele lugar.
Aquele lugar de onde eu sempre tentava fugir, daquele lugar onde eu sei que jamais serei completamente feliz. Mas é estranho ver como eu me sinto fora de mim nesses momentos, sou apenas um pedaço de mim indo em frente, sempre em frente.

Por mais que eu tente baixar meus olhos, prender minha respiração, me esconder em mim mesma, me anular... meus esforços sempre são em vão, e por mais que eu acredite que conseguirei fugir, me pego de novo lá do alto, me assistindo errar de novo.
Por mais que eu tente, você é o imã que me atrai, como se todas as forças do mundo me obrigassem a estar onde você está, a respirar o ar que você respira, sentir seu cheiro na escuridão mesmo quando você não esta comigo. É uma tortura silenciosa, algo que machuca o tempo todo, você não sai da minha cabeça, não me deixa em paz, não me deixa olhar pra mais ninguem, não me deixa mais sentir.

Evitar já não adianta, sei que ainda não acabou, e que eu ainda vou olhar la do alto, eu errando de novo, errando por você, errando com você.

sábado, setembro 4

A menina.

E quando o seu coração apertar, você sentir saudades e chorar?
Você vai lembrar da menina?
Lembrar daquela menina de cabelo vermelho e sorriso escondido que te olhava com olhos melancólicos?
Talvez você possa até fingir que nada aconteceu, mas tenho certeza que quando pisar aqui de novo vai entender o que eu estou tentando dizer!
Não é nem um pouco fácil enfrentar o turbilhão de lembranças que vem a cabeça quando se passa por essas ruas. Tenho certeza que você vai procurar a menina em todos aquele lugares. Vai perguntar para os seus amigos sobre ela e todas as noites quando se deitar, sua mente vai caminhar até aquele dia em que vocês se conheceram.
Você vai sentir o perfume dela no ar, vai sentir sua presença, e seus olhos vão te enganar, seu coração vai bater forte por alguns instantes, até você ver que não é ela quem esta vindo em sua direção.

Só não se sinta sozinho.
Saiba que a menina sente a mesma coisa!

segunda-feira, agosto 23

Sozinha!

             O coração bate devagar e rápido ao mesmo tempo e as coisas não parecem mais tão fáceis assim!

Os olhos fechados se recusam a abrir, se recusam a encarar o que está a sua frente. Porque com os olhos fechados, você não enxerga a parte ruim da vida. 
De olhos fechados, você se esconde em você. É muito bom se esconder dentro dos olhos fechados, pois lá, você é quem manda, e tudo o que você quiser vai acontecer. Você tem a chance de se arrepender e começar tudo de novo, você manda nos olhos fechados.
Os olhos abertos te mostram coisas que você deseja ignorar, te mostra a sala vazia, te mostra o mundo lá fora, o mundo onde você não manda, e sim obedece.
O mundo onde os grandes podem fazer o que quiserem com você.
Quando você estiver sozinho, vai entender o que eu quero dizer.

sábado, julho 10

ERRADO.

Comi x-calabresa com coca light.
Chorei assistindo comédia na tv.
Sorri vendo alguém morrer.
Odiei a quem o coração me pertencia. Amei a quem não me entendia.
Fui de havaianas ao shopping, fui de salto alto á praia.
Senti saudades de quem estava perto.

Falta.

Eu fechei a cortinaeu tomei café, senti a lágrima no canto da boca, de repente o coração apertou no peito, senti a falta!

sexta-feira, julho 9

Tudo ja foi escrito.


Palavras presas na cabeça, não saem pela boca, os dedos não conseguem escrevê-las.

Qual será o segredo para fazer as palavras formarem uma fila única de maneira que façam sentido e possam ser escritas de uma forma que se consiga transmitir o que se sente?
Tudo já foi escrito.
Como se faz?